"Uma questão de decência"
“O que se passa em Canas de Senhorim é de facto uma vergonha, mas não necessariamente pelas razões dos populares”
Na edição nº 623, pág. 114 da revista TV Mais, vem publicado um texto e fotos do autor, e populares de Canas, com os títulos e sub-títulos em referência e a legenda: “Os canenses (alguns) querem ser concelho, mas a luta tem seguido caminhos ínvios”.
Antes de mais, registe-se o facto de Canas de Senhorim ser “tema de meditação” do que do mais importante se passou pelo mundo em 2004, por um dos mais mediáticos jornalistas da TV portuguesa.
Porém, a analise deste conceituado jornalista do tema em questão, demonstra que as várias reportagens que tem colocado no ar, no seu porto de recepção, não lhe provocam qualquer sensibilidade por uma população que tem sido vilipendiada da sua liberdade, a exemplo do que fizerem os “donos de Portugal após o 25 de Abril” em relação a Timor, quando abandonaram aquele território à sua sorte. Não fora a fé inquebrantável daquele povo na luta travada para a sua liberdade e a vitoria alcançada, com as consequências relatadas e não estaria Rodrigues Guedes de Carvalho, a minimizar o sofrimento do povo de Canas de Senhorim, importo pela “ditadura de Belém”, já que a vitoria alcançada através dos representantes do povo na Assembleia da República, nem a Senhora de Fátima conseguiu libertar o povo da sua terra, perante um sistema “democrático ditatorial” a funcionar no Palácio de Belém, que não a terra onde nasceu o Menino Jesus, figura invocada para justificar o que considera “o que se passa em Canas de Senhorim é de facto uma vergonha, não necessariamente pelas razões dos populares”. Mas afinal, o que é que se passa em Canas considerado de vergonha na óptica de Rodrigues Guedes de Carvalho? Será o facto de a população não querer passar o que passou Timor para obter a sua libertação, ou por trazer as “garras afiadas contra um Presidente da Republica, que felizmente está prestes a deixar-nos, que tem insultado para além do razoável ou compreensível, e não querer subordinar-se às ordens de Nelas?
Que conhece este jornalista da historia de Canas para se “armar em vítima” e ofender um povo que teve tratamento diferente do Vizela? Porque não se desloca ao local e vem ver com os seus próprios olhos a realidade de nossa terra e as injustiças que este povo tem sido vítima?
Que mensagem mandou RGC ao povo martirizado de Timor, para não sofre na pele as “facadas nas costas” dos novos donos de Portugal, para ficar calado e quieto? Por certo ano foi a mensagem de Fátima… pelo que não precisa se emocional como sofrimento alheio, antes continuar a enojar-se, não com a luta do povo de Canas de Senhorim, mas com o papel de “bajulador” aos pés de Suas Altezas Sampaio, Junqueiro, Correia, que por certo lhe mandarão guardar as costas pelas forças ao seu serviço, diferentes das que lutaram para dar liberdade e democracia aos portugueses que amam e querem ver progredir a sua terra e evitar o risco de RGC morrer na próxima esquina…
Na edição nº 623, pág. 114 da revista TV Mais, vem publicado um texto e fotos do autor, e populares de Canas, com os títulos e sub-títulos em referência e a legenda: “Os canenses (alguns) querem ser concelho, mas a luta tem seguido caminhos ínvios”.
Antes de mais, registe-se o facto de Canas de Senhorim ser “tema de meditação” do que do mais importante se passou pelo mundo em 2004, por um dos mais mediáticos jornalistas da TV portuguesa.
Porém, a analise deste conceituado jornalista do tema em questão, demonstra que as várias reportagens que tem colocado no ar, no seu porto de recepção, não lhe provocam qualquer sensibilidade por uma população que tem sido vilipendiada da sua liberdade, a exemplo do que fizerem os “donos de Portugal após o 25 de Abril” em relação a Timor, quando abandonaram aquele território à sua sorte. Não fora a fé inquebrantável daquele povo na luta travada para a sua liberdade e a vitoria alcançada, com as consequências relatadas e não estaria Rodrigues Guedes de Carvalho, a minimizar o sofrimento do povo de Canas de Senhorim, importo pela “ditadura de Belém”, já que a vitoria alcançada através dos representantes do povo na Assembleia da República, nem a Senhora de Fátima conseguiu libertar o povo da sua terra, perante um sistema “democrático ditatorial” a funcionar no Palácio de Belém, que não a terra onde nasceu o Menino Jesus, figura invocada para justificar o que considera “o que se passa em Canas de Senhorim é de facto uma vergonha, não necessariamente pelas razões dos populares”. Mas afinal, o que é que se passa em Canas considerado de vergonha na óptica de Rodrigues Guedes de Carvalho? Será o facto de a população não querer passar o que passou Timor para obter a sua libertação, ou por trazer as “garras afiadas contra um Presidente da Republica, que felizmente está prestes a deixar-nos, que tem insultado para além do razoável ou compreensível, e não querer subordinar-se às ordens de Nelas?
Que conhece este jornalista da historia de Canas para se “armar em vítima” e ofender um povo que teve tratamento diferente do Vizela? Porque não se desloca ao local e vem ver com os seus próprios olhos a realidade de nossa terra e as injustiças que este povo tem sido vítima?
Que mensagem mandou RGC ao povo martirizado de Timor, para não sofre na pele as “facadas nas costas” dos novos donos de Portugal, para ficar calado e quieto? Por certo ano foi a mensagem de Fátima… pelo que não precisa se emocional como sofrimento alheio, antes continuar a enojar-se, não com a luta do povo de Canas de Senhorim, mas com o papel de “bajulador” aos pés de Suas Altezas Sampaio, Junqueiro, Correia, que por certo lhe mandarão guardar as costas pelas forças ao seu serviço, diferentes das que lutaram para dar liberdade e democracia aos portugueses que amam e querem ver progredir a sua terra e evitar o risco de RGC morrer na próxima esquina…


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